segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Musicoterapia


   A música é uma das coisas que mais permeiam a nossa vida, seja em momentos alegres ou tristes elas estão lá (para apaziguar ou turbinar as nossas emoções). Muitas grávidas escutam determinadas músicas e quando seus bebês nascem eles parecem se acalmar ao ouvir essas canções (como se "lembrassem" da vida intra-uterina). Quem nunca terminou um relacionamento e aquela música que "era de vocês" passou a tocar em tudo quanto é lugar, aumentando a sua dor? E as músicas que nos identificamos (momentaneamente ou durante toda a vida) e precisamos cantar e/ou dançar loucamente quando tocam, entre outros...
   Filmes e novelas provavelmente perderiam muito do seu brilho se não contassem com uma trilha sonora. É ela quem faz com que nos identifiquemos (ou não) com determinado personagem ou cena. Quem lembra da vontade de chorar (ou pelo menos de ficar com olhos marejados) quando tocava aquela música de tristeza do Chaves?
 Talvez as músicas não sejam simplesmente músicas, elas podem indicar nossos próprios traços/personalidades, mensagens para aquele determinado momento de nossas vidas, meios de extravasar nossas emoções, etc...

   “Desde a antiguidade a música era observada como um fator que faz bem para a saúde”. (OLIVEIRA; et al, 2012). Os egípcios acreditavam que a música era capaz de aumentar a fertilidade da mulher, enquanto os médicos e filósofos gregos encaravam a música como um benefício para a mente.
  Na segunda metade do século XX músicos passaram a utilizar recursos musicais com intuito de proporcionar uma melhor recuperação dos que foram atingidos pela guerra nos EUA. “Essa experiência teve significativa influência sobre a percepção dos benefícios que a música pode causar. A partir dos resultados observados, ocorreu o avanço de pesquisas relacionadas à influência da música na saúde”. (OLIVEIRA; et al, 2012).
   “A musicoterapia é a utilização da música e seus elementos para proporcionar melhores condições de saúde, sendo capaz de gerar benefícios físicos, psicológicos e sociais”  (COSTA, 1989 apud OLIVEIRA; et al, 2012).
   “A World Federation of Music Therapy define musicoterapia como a utilização da música e/ou dos elementos musicais (som, ritmo, melodia e harmonia) pelo musicoterapeuta e pelo cliente, de forma individual ou grupo, em um processo estruturado para facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão e a organização (física, emocional, mental, social e cognitiva) para desenvolver potenciais e desenvolver ou recuperar funções do indivíduo de forma que ele possa alcançar melhor integração intra e interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida” (WFMT, s/d apud OLIVEIRA; et al, 2012)
   A terapia através da música é considerada não verbal e proporciona melhor qualidade de vida, aumento da autoestima, auxilia no tratamento de doenças, entre outros...
   Durante um atendimento utilizando a musicoterapia, primeiro o profissional deve conhecer a Identidade Sonoro Musial (ISO) do seu cliente. Para Bebenzon (1988) citado por Oliveira e outros autores (2012) ISO “resume a noção de existência de um som ou um conjunto de sons ou o de fenômenos acústicos e de movimentos internos que caracterizam ou individualizam cada ser humano”.
   "ISO quer dizer igual, e resume a noção da existência de um som, ou um conjunto de sons, ou fenômenos sonoros internos que nos caracteriza e nos individualiza. É um fenômeno de som e movimento interno que resume nossos arquétipos sonoros, nossas vivências sonoras gestacionais intra-uterinas e nossas vivências sonoras de nascimento e infantis até nossos dias”. (BENENZON, 1985 apud COSTA, 2008).
   Apresentamos diversos ISO’s: o complementar (que é aquele que varia de acordo com nosso dia a dia), o grupal (que diz respeito a identidade sonora de um grupo ao qual fazemos parte ex: roqueiros, pagodeiros, sertanejos, etc), universal (que é aquele que não é alterado por nossa cultura, contexto social, etc) entre outros.
   “Sabe-se que a música abrange as dimensões biológica, mental, emocional e espiritual do ser humano, de forma que o mecanismo de ação no controle da dor é muito grande. A música é capaz de induzir o relaxamento, liberar endorfinas e provocar distração, tudo isso ajudando na diminuição e no controle da dor. Além disso, a música é capaz de criar imagens mentais, criando um elo entre percepção, emoção e mudança corporal, sendo capaz de mudar o foco perceptual da dor”.  (OLIVEIRA; et al, 2012).
   “Basta ouvir aquela música preferida para que uma cascata de emoções positivas venha à tona, fazendo a gente reviver dez, cem, mil vezes uma situação prazerosa. Amplificações à parte, o que um estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, acaba de provar e apresentar para a Associação Americana do Coração é que aquelas canções consideradas especiais para um indivíduo têm efeito direto sobre a saúde cardíaca”. (STRINGUETO, 2013).
   “Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores resolveram medir, por meio de ultrassom, o diâmetro dos vasos sanguíneos no braço de dez voluntários saudáveis e não fumantes logo após uma sessão com suas músicas prediletas. Os participantes, no entanto, tiveram de se submeter a um jejum musical durante os 15 dias anteriores à medição, tudo para intensificar o impacto do estímulo sonoro na hora do experimento”. (STRINGUETO, 2013).
   “No dia D, foi pedido a eles que levassem os hits que mais lhes causavam contentamento [...]. Depois de 30 minutos ao som das canções, os cientistas observaram um aumento de 26% no calibre dos vasos, um resultado bastante expressivo — para ter uma ideia, um vídeo com o mesmo tempo de duração e tiradas bem-humoradas provocaram uma dilatação de 19%” (STRINGUETO, 2013).
   “O efeito benéfico da música começa a reverberar primeiro na massa cinzenta para, em seguida, se refletir no coração. ‘Ela aumenta a produção de endorfina e serotonina, substâncias produzidas no cérebro e responsáveis pela sensação de prazer, faz diminuir a liberação de cortisol, o hormônio do estresse, e, por fim, regula a frequência cardíaca’, diz Muszkat, que também é coordenador do In Music, grupo de cientistas da Unifesp que estuda a ação da música sobre o corpo” (STRINGUETO, 2013).
   Há diversos estudos publicados em que as pessoas com dor crônica (considerada leve-moderada) eram submetidas a uma sessão de audição (elas ouviam um determinado repertório musical) mostraram que a intensidade da dor era reduzida após a sessão. Dessa forma, a necessidade do tratamento farmacológico torna-se menor, reduzindo também os gastos e aumentando a qualidade de vida do paciente.
   “O corpo e a mente, pode começar a utilizá-la [a música] de forma consciente, escolhendo as músicas e letras que você considera apropriadas para determinadas situações, como estar sozinho em casa, praticar atividade física ou andar de carro. Vale ressaltar também a importância em escolher os ambientes frequentados, uma vez que sempre há música. Perceba se os lugares que você tem ido lhe agradam ou incomodam. Aí, então, preste mais atenção nas músicas tocadas. As letras de música tem igual importância! Comece a prestar atenção no que ouve e, mais ainda, naquilo que você repete, cantando. Selecione aquilo que te faz bem, te dá prazer! Se permita desfrutar de momentos tão únicos e que somente uma música pode oferecer”. (HERMES, 2013).

   Enquanto escrevia esse post só pensei em uma música (e escutei várias vezes para me inspirar): Sing (The Carpenters)

"Cante, cante uma canção
Faça-a simples,
Para durar toda a sua vida
Não se preocupe, que ela não seja boa o bastante
Para os outros ouvirem
Apenas cante, cante uma canção"

Para quem não conhece a música, vale escutar:

ps: E se você não lembra da tal música do Chaves que falei, está aqui


Referências

COSTA; Clarice Moura. A constituição do sujeito, a música, a musicoterapia. In: Encontro Nacional de Pesquisa em Musicoterapia, 8., 2008, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro, 2008, p.1-8.

EREDIA, Talita. Música ajuda no processo da cirurgia: Seu uso terapêutico reduz a sensação dolorosa, melhora a recuperação e acaba com a ansiedade antes da operação. Revista Saúde. Disponível em: <http://saude.abril.com.br/edicoes/0360/medicina/musica-cirurgia-731526.shtml?origem=home>. Acesso em: 20 fev. 2013.

HERMES, Renata. Musicoterapia. Renata Hermes  - Naturologia Aplicada. Disponível em:

OLIVEIRA, Gauber Correa. de; et al. A contribuição da musicoterapia na saúde do idoso. Cadernos UniFOA, n. 20, dez. 2012.

STRINGUETO, KÁTIA. Música para o coração: Ritmo, melodia e harmonia podem fazer o peito bater mais forte e feliz. Revista Saúde. Disponível em: <http://saude.abril.com.br/edicoes/0308/bem_estar/conteudo_422145.shtml>. Acesso em: 20 fev. 2013.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Regata de pérolas


   O ano começou (oficialmente para nós) nessa semana, mas você, amiga trabalhadora da área da saúde abre o armário e só vê um monte de roupas brancas sem graça... O que fazer? Se desesperar? Se jogar loucamente nas liquidações? Sentar e chorar? Jogar todas as suas roupas fora? Não!!!!
   Customizar é a palavra da vez!
   Para a Wikipédia "A palavra customização é empregada no sentido de personalização, adaptação. Desta forma, customizar é adaptar algo de acordo com o gosto ou necessidade de alguém; alterar algo para fazer com que sirva melhor aos requisitos de alguém. Customização pode ser entendida como sendo adequação ao gosto do cliente".
   Navegando pela internet, achei essa regatinha "bapho"!!! E pensei "I need you"...


  Tive que ir atrás de uma regata básica para fazer a minha. Se você olhar a foto detalhadamente vai notar que provavelmente essa regata é de seda/cetim. Mas a minha eu preferi de malha mesmo... e comprei baratinho nas Lojas Americanas...
   Vamos aos materiais:


- 1 regata branca (se quiser, pode ser de outra cor);
- Linha da cor da blusa;
- Pérolas (no tamanho que desejar... usei o tamanho médio na minha);
- Agulha de costura;
- Tesoura;
- Alfinetes (para fazer marcação);
- Toneladas de paciência.

 Como fazer:

  1°) Coloque as pérolas em cima da blusa, para você ter uma noção da disposição em que serão costuradas;


 2°) Aqui já vai uma dica de amiga: vista a camiseta e verifique onde ficam seus mamilos e coloque os alfinetes ali (pare de rir, ahahahaha! Explico: Eu acho que se você quisesse sensualizar por aí de "farol aceso" andaria sem soutien, certo? Pra que você vai pregar uma pérola para "pagar peitinho" com soutien... dá um tempo! Somos best friends depois desse conselho, hein "gatan"!!!). Vamos lá, enxugue as lágrimas, pare de rir e continue lendo...

3°) Comece a costurar as pérolas. Eu preferi passar a linha 3 vezes na pérola, para dar mais firmeza;


4°) Dê dois nós para arrematar. Eles podem ser feitos na frente ou pelo avesso, depende das suas habilidades com a costura...


5°) Defina o espaçamento entre as pérolas. Eu usei como medida os meus dedos (4 para largura e 2 para espaçar cada linha);


6°) Vá costurando com calma. Sugiro colocar uma seleção de músicas, seriado, novela, programa de tv... enfim, algo para tornar o momento menos enfadonho...


7°) Olha que lindaaa, depois de quase 4 horas de trabalho escravo (claro que fiz várias pausas... "tsá loko"!)


    E agora você pode "ahazar" no trabalho, sua linda!
   Para as meninas que não são da área da saúde, façam também... não estou fazendo bullying com vocês não (beijo "prazamigas" engenheiras/arquitetas!)

   Não posso deixar de agradecer a Marília Gabriela, pois graças ao programa dela é que foi possível ter tanta paciência para costurar essa blusa... paguei meus pecados (quero só ver quantos dias/meses/anos serão necessários para fazer um cardigan à la Mallu Magalhães). Será que estarei viva para usá-lo depois de costurar? ahahahahahahaha!





Imagens do passo a passo: Arquivo próprio

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Curso de Massagem com Pedras Quentes e Aromaterapia


*CURSO DE MASSAGEM COM PEDRAS QUENTES E AROMATERAPIA

Carga Horária = 8h                 
Data: 06/04/2013 (Sábado)                           
Horário: 9h às 18h
Público alvo: Profissionais e estudantes de estética, fisioterapia, massoterapia, naturologia.
Investimento: R$ 250,00 à vista ou 2x 145,00 (Incluso: kit de pedras, apostila, coffe break e certificado).                                                                       
Professora: Luciliane Stein - Naturóloga

* Conteúdo programático:

- Histórico da técnica de massagem com pedras quentes;
- Fisiologia e temperatura;
- Ação, indicações e contraindicações da técnica;
- Noções de geologia;
- Tipos de pedras;
- Formas de aquecer e higienizar as pedras;
- Noções de chakras;
- Noções de reflexoterapia;
- Aromaterapia para potencializar a massagem com pedras;
- Sequência da massagem com pedras quentes (corporal);
- Prática da massagem com pedras quentes (corporal);

* Material necessário: Lençol, toalha de banho e toalha de rosto. Vestimenta adequada para receber e aplicar massagem.

Os cursos acontecerão na Vitta Cosméticos (Rua Felipe Schmidt, 515, Loja 211 – Pórtico – Centro - Fpolis/S).

* Informações e inscrições: vittacosmeticos@gmail.com
 (48) 3207-0122


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Foto do curso de aperfeiçoamento em limpeza de pele e tratamentos faciais


  No último sábado (16/02/2013), passei a tarde com as meninas que estão fazendo o "Curso de aperfeiçoamento em limpeza de pele e tratamentos faciais". Revisamos a teoria de eletroterapia e os mecanismos de ação da maioria dos aparelhos estéticos.
   Foi muito enriquecedora a troca de conhecimentos, a tarde passou voando! Obrigada por tudo meninas!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Eletroterapia na estética


   Eletroterapia é o uso de correntes elétricas de baixa intensidade ou de aparelhos elétricos nos tratamentos estéticos.
   Geralmente, a postura da esteticista frente à eletroterapia varia entre dois extremos: existem aquelas que têm medo de eletricidade e optam por não utilizar no cliente (ou evitam ao máximo a sua utilização) e aquelas que usam o aparelho de forma afobada, sem ter os conhecimentos mínimos sobre aquele equipamento e tipo de corrente, se seria a mais indicada para o cliente, etc.
   Os dois tipos de profissionais estão equivocadas, pois estão deixando de lado o conhecimento/teoria embutidos dentro da eletroterapia. É interessante que sejamos esteticistas cautelosas, mas ao mesmo tempo arrojadas; e sempre nos pautarmos na biologia, física e química para escolhermos o melhor tratamento para aquele cliente.
   Muito do receio e aversão da utilização da eletroterapia vem da ideia de que física é um tema muito complicado de entender, que esteticista não tem que estudar isso.
   Entretanto, hoje em dia, temos uma facilidade enorme de poder compreender os conceitos físicos embutidos na eletroterapia graças a inúmeros livros e estudos que foram realizados, com diferentes tipos de linguagem (da mais rebuscada à mais acessível).
   O que começou nos anos 30 com poucos equipamentos, atualmente se transformou em um grande leque de recursos eletroterápicos e de diversos fabricantes de equipamentos, o que permite escolher o que se adequa melhor a nossa realidade.


Referências

AGNE, Jones Eduardo. Eu sei eletroterapia... 1. ed. Santa Maria, RS: Ed. Pallotti, 2009. 400 p.: il.

BORGES, Fábio dos Santos. Dermato-Funcional: Modalidades terapêuticas nas disfunções estéticas. 1. ed. São Paulo: Ed. Phorte, 2006. (diversos capítulos)

SILVA, Marizilda Toledo. Eletroterapia em estética facial.  Rio de Janeiro: Ed. Vida Estética, 1986. 159 p.:il.

WINTER, Waldtraud Ritter. Eletrocosmética. Rio de Janeiro: Ed. Vida Estética, 1986. 269 p.:il.

 
   Se você precisa aprender ou rever os conceitos de eletroterapia para poder aplicar os equipamentos estéticos da melhor maneira, nesse sábado (16/02) estarei participando do "Curso de aperfeiçoamento em limpeza de pele e tratamentos faciais", serei a responsável pela revião teórico-prática de eletroterapia em estética facial.

   O curso acontecerá na Vitta Cosméticos (Rua Felipe Schmidt, 515, Loja 211 – Pórtico – Centro - Fpolis/S).

* Informações e inscrições: vittacosmeticos@gmail.com
 (48) 3207-0122 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Curso de aperfeiçoamento em limpeza de pele e tratamentos faciais


  Ainda dá tempo de se inscrever...


* CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM LIMPEZA DE PELE E TRATAMENTOS FACIAIS

Carga Horária = 40h                            
Horário: 6ª.feiras das 19h às 22h e Sáb.das 9h às 17h
Datas: 15 e 16/02    -   01 e 02/03   -       15 e 16/03       -        23/03
Público alvo: Profissionais e estudantes da ÁREA DE ESTÉTICA ou áreas afins.
Investimento: R$ 480,00 à vista ou 3x 173,33 (Incluso: apostila, coffe break, cosméticos para a prática, certificado).
Professores: Lucilaine Stein, Márcia Reus e Mirian Simon.

* Conteúdo programático:

- Anatomia e avaliação dos tipos de pele;
- Patologias e alterações estéticas faciais;
- Cosmetologia;
- Limpeza de pele completa;
- Tratamento de acne, rugas, manchas, flacidez e peles sensíveis;
- Hidratação;
- Aplicação de ácidos;
- Fotoproteção;
- Eletroterapia (microcorrentes, ionização, vapor, alta frequência, peeling diamante).

O curso acontecerá na Vitta Cosméticos (Rua Felipe Schmidt, 515, Loja 211 – Pórtico – Centro - Fpolis/S).

* Informações e inscrições: vittacosmeticos@gmail.com
 (48) 3207-0122

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Maxi colar


 "Gatinha assanhada, cê tá querendo o que?"
   Eu quero ficar mais gata, É LÓÓÓÓÓÓGICO!!!!

   Para quem não sabe eu sou "aloka" do maxicolar... acho que deixa a roupa chique mais chique e a roupa simples com uma pegada mais sofisticada... enfim, tudo de bom na vida!
  Estamos chegando na época de carnaval, muitos bailes/festas/blocos... e esse também é um jeito de incrementar sua fantasia ou camiseta de carnaval...
  Mas, por favor, quem não gosta da folia faça também, porque você pode usar esse colar em várias ocasiões... até pra fazer faxina, se você quiser, afinal, o colar é seu e você é a diva...

 * Materias:

- Feltro (para a base do colar... a cor depende do que você pretende... sugiro branco ou preto dependendo das cores de pedras);
- Pedras de vários formatos, tipos (quantidade depende do seu gosto e bolso);
- Miçangas para contornar o colar (da cor que você quiser);
- Linha de costura (da cor das miçangas);
- Agulha de costura;
- Tesoura pequena com ponta;
- Cola para bijuteria;
- Pincel;
- Fita de cetim, de voil ou rendinha (da cor que você quiser);
- Pistola de cola quente ou cola para tecido.


 * Como faz:

Comece "brincando" com as pedras, vá montando diversas combinações (eu costumo tirar foto) e depois escolha a que mais lhe agradou;


A minha combinação eleita;


 Então, você começa a colar no feltro as pedras usando a cola de bijuteria e o pincel;


 Deixe secar por algumas horas (eu gosto de deixar secando de um dia para o outro)... Enquanto isso, vai ler um livro!


 Depois de seco, você vai juntar toda a sua paciência e vai contornar e preencher o colar com as miçangas (utilizando a linha e a agulha de costura). Ok, nessa hora eu deixo você ir fazer enquanto assiste à novela...


 Etapa concluída, é hora de cortar o excesso do feltro (gosto de usar uma tesoura pequena de ponta);


 Olha que lindo tá ficando o bichinho!


 Vire para o outro lado, e costure a fita (a fita você determina o tamanho... é a partir dela que a altura do seu maxicolar será maior ou menor);


Terminando de costurar as alças, hora de colar (com cola quente ou de tecido) seu colar de novo no feltro (pra quê meu Deus?! Explico: para esconder as costuras que ficaram, mas, principalmente, para dar uma maior sustentação para o colar, porque ele está meio molenga);


Agora corta o excesso de feltro de novo


Colar preto finalizado!!


Sugestão de Colar branco (estão vendo que intercalei umas pérolas costuradas?)


Os dois prontinhos: yin e yang


E aqui, eu (de maxicolar) e minha vovets, já que hoje é o aniversário dela.
Beijo Vó, minha gata-mor ;)